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Carta de Pe. Jacinto Bianchi à Ir. Delfina Delfino

( In: J.BIANCHI, Cartas a Delfina 1886-1894, Roma, Filhas de Maria Missionárias, 2007, p. 63)

Gênova, 28 de julho de 1893

Hipótese para a futura organização do Instituto

Esta carta de Isabella mostra seu amor pela Obra, como é o seu juízo no refletir as coisas, respeitar as pessoas e desconfiar das maldosas. E para mim é um motivo de me confirmar na intenção que, Deus querendo, colocarei Isabella em Roma, como procuradora, logo que as irmãs retornarem das missões. Parece-me que ela poderá se entender bem com as superioras, que são terríveis e boas ao mesmo tempo. Eu sei como me tratam e me maltratam, mas depois me chamam e me fazem o bem. Isabella tem pouca saúde física é bom que trabalhe sozinha com suas reflexões, sem tantos sofrimentos ( sem fazer padecer o coração). Delfina e Fortunina, ao contrário, devem educar e informar as Filhas à caridade de Deus, então, coração e cabeça sempre em movimento, sempre com a paciência como eu faço, com a graça de Deus, de Maria e de S. José. Quando nós três morrermos, Isabella dará continuidade no seu lugar, e a mais jovens da Isabella - penso eu – (se refere à Consolata Zampieri) comandará porque vejo que Deus já lhes deu as qualidades.
Espero quando vindo até vocês duas, de vos mostrar um milagre de Deus pela Obra. Vocês duas, façam-se “ da brave” (de pessoas excelentes), mostrem-me alguns também. Qual milagre eu vos mostrarei? Material, espero : vós, espirituais. O demônio e a cabeça dão trabalho demais à Procuradora. Vós obtereis que Deus, na sua caridade, cubra-a de graças e de forças para que ela possa dar tanta glória a Jesus, a Maria e a S. José, e suma edificação ao próximo. Se quiserdes, certamente podereis.

Pe. Jacinto Bianchi

 

 
 
 
     
 

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